quinta-feira, 5 de maio de 2011

Papo de gente grande


Já faz um tempo que me pego pensando o porquê da vida de adulto ser tão chata. Talvez o problema seja pessoal e eu esteja enfatizando apenas o lado ruim de tudo...

Mas parou pra pensar?

A faculdade está no fim e chega a pressão do trabalho final.
Junto com a formatura chega a incerteza quanto ao mercado de trabalho.
O mercado mostra que as boas oportunidades são poucas e a profissão que vc escolheu não dá dinheiro e suga todo o seu tempo e energia.
Quando se lembra da energia, percebe que as matriarcas da famílias não estão bem. E quando vê especificamente uma, tenta ser forte ao lembrar que pode ser a última visita.
E quanto à visitas, tenta planejar uma viagem com o namorado numa tentativa de fugir disso tudo, mas que nunca dá certo.

Com o passar dos dias aquele "mar de rosas" fica para trás. Por enquanto, o tsunami de coisas ruins não passa.
 


♫ Eu digo
Não chore meu amor
Que a lua brilhou no escuro do céu
Que o som acalenta teu corpo cansado
E o sonho da gente nâo morre jamais
Na guerra ou na paz
Aqui resta uma esperança sem fim
Aqui resta um guerreiro de paz
E a lágrima quente numa noite fria
Santa liberdade
Não chore meu amor
É tanta água no teu olho
Estrelas e luas, o mar, pescadores e Iemanja. ♫

Um comentário:

Mulherzinha Sim! disse...

Renata, realmente o mercado de jornalismo é bem complicado. As boas oportunidades são poucas e é preciso muito esforço para encontrá-las e mantê-las. Além disso, ganhar muito dinheiro nessa profissão é quase que uma utopia... Isso só acontece com anos de carreira ou quando você dá uma puta "sorte". Enfim, foi por isso que desisti do meu sonho de trabalhar em rádio ou revista e resolvi investir na área de comunicação empresarial, que é onde você menos se sacrifica (no sentido de não ter que trabalhar quase todos os dias do ano) e ganha um pouco mais de dindin. Mas, mesmo sem ter muita ideia do que enfrentaria, eu me encontrei e tô gostando muito nesses dois anos que atuo na comunicação institucional de uma multinacional.